Damon estava cansado de seu irmão Stefan se metendo em sua vida e de sua Elena, mesmo agora Damon sendo pai de um menino, Stefan ainda estava a irritar todos principalmente Elena, que estava novamente gravida dessa vez de uma menina, para Damon agora seria o momento certo de eles deixaram Mystic Falls ... o plano de Damon era deles irem para um lugar calmo, para que Elena pudesse ter uma gravidez tranquila sem perigo que Stefan a pudesse matar e é claro cuidar do pequeno Nick com segurança ...
Logo já de noite Elena estava a ler um livro grosso enquanto estava sentada no sofá, Stefan havia acabado de discutir com Stefan e aquele deixara Elena muito mal .... Elena só queria que Damon chegasse logo e que a abraça-se logo, mais Damon estava com o pequeno Nick, em algum lugar, e agora Elena tinha que tentar ficar calma, e esperar Damon, não podia ficar stressada, tinha que ficar calma, tentar ficar calma, pois estava gravida e isso não faria nada bem para ela e o bebe ...
Logo Damon chegara e Elena já estava as lágrimas apôs uma nova discussão a Stefan e estava abraçando uma almofada macia, enquanto tentava se controlar, em vão, Nick entrava correndo e logo já estava a abraçar a mãe mesmo as lágrimas, enquanto Stefan e Damon discutiam, provavelmente por Stefan ter discutido novamente com Elena, mais logo Stefan irritado saiu pela porta, deixando Damon falando sozinho, coisa que não durara muito, pois logo Damon fora procurar Elena, que provavelmente estaria muito mal ...
Mais Damon achara sua Elena desmaiada, e Nick tentando acorda-lá
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
The little Salvatore´s
Nome: The little Salvatore´s
Sinopse: Fora uma grande surpresa quando Elena ficara gravida de Damon, gravida de 8 bebes, ai já era bem estranho ... anormal ... apenas da gravidez ter tirado a vida de Elena, ela e Damon ficaram muito felizes durante os meses depois ... Logo com Elena já tranformada em vampira agora é cuidar desses bebes, cada um por si ... Muita confusão e risos esperam por você nessa historia ...
Então ate o primeiro cap!!
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Oi ... meu nome é Byancca Gilbert Salvatore, tenho 7 anos ... tenho 2 irmãos mais novos, o Pietro e a Angel, o Pietro tem 4 anos e a Angel tem 2 anos, meus pais se chamam, Elena e Damon Salvatore, eu nasci e moro em Mystic Falls, sou muito tímida, muito mesmo, praticamente não saio de casa e as únicas pessoas que conheço são minha família, nada de amigos ou coisas assim ...
Sou uma humana-vampira, ou como falam híbrida, mais eu já estou acostumada a comer comida humana, tão naturalmente, e as vezes ceder o desejo de sangue, fui e sou muito bem educada pelos meus pais, gosto muito de ler, ou tentar ler, pois ainda algumas palavras são difíceis, eu só tenho 7 anos!! ai eu peço para o papai ou para a mamãe me contar historias, ou ler para mim ... é muito bom poder dormir ouvindo uma historia ...
Alguns anos atrás eu me formei na escolinha, mamãe chorou e muito, e eu lembro que o papai também ficara muito feliz, ate meus irmãozinhos bebes ficaram felizes ...
Bom eu sou praticamente o exemplo de filha, queria muito não ser tão tímida, mais não consigo, eu simplesmente fico vermelha, e travo, nem uma palavra sai ... mamãe e papai prometeram para mim que iriam comigo para a nova escola, e que ficaria tudo ok ... mais simplesmente não consigo imaginar isso ... é estranho e assustador ...
Um dia desses as amigas da mamãe e do papai apareceram aqui em casa, com as filhas dela, como se fosse um pequeno teste para mim ... sei devo estar louca, mais foi muito, mais muito ruim para mim ... Eu simplesmente fiquei no quarto, brincando sozinha, ok eu estava sozinha ate Angel vir ate o meu quarto, meu chorando dizendo que a filha da tia Caroline era má e bá bá bá, eu sei que é estranho mais os barulhos junto com as falas dela eu consigo entender, também ela é a minha irmãzinha ... e ali ficamos no meu grande e lindo quarto brincando de bonecas, e ela ate dormiu em meu colo, e eu tive que leva-la para o quarto, enquanto eu juro que podia ver meus pais me olhando, enquanto um certo Pietro recebia uma certa bronca ...
Bom, eu tenho os olhos azuis do papai, e o cabelo, cacheado e castanho da mamãe, e como eu não sou muito de agir, o meu temperamento fora descoberto apôs uma brincandeirinha sem graça do filho da tia Caroline, um tal que Guilherme, ele e o Pietro se reuniram contra mim e minha pequena e frágil irmãzinha, somente porque eu não queria sair do quarto, e por mim eu não sairia mesmo, bom o que aconteceu, que a brincadeirinha assustara a minha irmã, e eu nervosa, acabei batendo em Pietro e em Guilherme, e corri para o quarto, feliz que eu não havia ganhado nenhum castigo, só ouvi o papai dizer:
_É meu amor, nossa filha puxou o seu temperamento ... __disse o papai dando um beijo na testa de mamãe
Bom, quando eu fiz 7 aninhos, minha mãe me deu o meu primeiro diário, disse que ela tinha um, escondido é claro, e fora otimo e ainda é para ela, para desabafar e não cair em prantos por ai .. eu simplesmente amei o meu diário, ele era simplesmente lindo ... também ganhei outros presentes é claro, ganhei um MP3 da tia Caroline, o MP3 que o papai fez questão de editar e tirar todas as musicas que ele disse que eram horríveis e colocara as preferidas dele, papai tem um otimo gosto musical, mamãe também mais, eu quase nunca ouvi ...
Eu sou muito apegada a minha irmãzinha Angel, cuido dela com todo amor e carinho, de irmã, tipo que quando ela crescer vou continuar cuidando dela, quase não nos separamos, e eu tenho um medo do que vai acontecer quando eu estiver na escola e ela em casa ...
Bom então chegando o período escolar, descobri que o meu futuro professor de Historia era o melhor amigo do papai ... Alaric Saltzam, ele é casado com a tia da mamãe, a tia Jenna ... mais é errado eu ter medo dele? ou medo do que ele pode contar ao papai e a mamãe? bom ... é so esperar né?
Enfim a temida ultima semana de casa chegou, e eu sai com mamãe para comprar meu material escolar ...
CONTINUO AMANHA
Sou uma humana-vampira, ou como falam híbrida, mais eu já estou acostumada a comer comida humana, tão naturalmente, e as vezes ceder o desejo de sangue, fui e sou muito bem educada pelos meus pais, gosto muito de ler, ou tentar ler, pois ainda algumas palavras são difíceis, eu só tenho 7 anos!! ai eu peço para o papai ou para a mamãe me contar historias, ou ler para mim ... é muito bom poder dormir ouvindo uma historia ...
Alguns anos atrás eu me formei na escolinha, mamãe chorou e muito, e eu lembro que o papai também ficara muito feliz, ate meus irmãozinhos bebes ficaram felizes ...
Bom eu sou praticamente o exemplo de filha, queria muito não ser tão tímida, mais não consigo, eu simplesmente fico vermelha, e travo, nem uma palavra sai ... mamãe e papai prometeram para mim que iriam comigo para a nova escola, e que ficaria tudo ok ... mais simplesmente não consigo imaginar isso ... é estranho e assustador ...
Um dia desses as amigas da mamãe e do papai apareceram aqui em casa, com as filhas dela, como se fosse um pequeno teste para mim ... sei devo estar louca, mais foi muito, mais muito ruim para mim ... Eu simplesmente fiquei no quarto, brincando sozinha, ok eu estava sozinha ate Angel vir ate o meu quarto, meu chorando dizendo que a filha da tia Caroline era má e bá bá bá, eu sei que é estranho mais os barulhos junto com as falas dela eu consigo entender, também ela é a minha irmãzinha ... e ali ficamos no meu grande e lindo quarto brincando de bonecas, e ela ate dormiu em meu colo, e eu tive que leva-la para o quarto, enquanto eu juro que podia ver meus pais me olhando, enquanto um certo Pietro recebia uma certa bronca ...
Bom, eu tenho os olhos azuis do papai, e o cabelo, cacheado e castanho da mamãe, e como eu não sou muito de agir, o meu temperamento fora descoberto apôs uma brincandeirinha sem graça do filho da tia Caroline, um tal que Guilherme, ele e o Pietro se reuniram contra mim e minha pequena e frágil irmãzinha, somente porque eu não queria sair do quarto, e por mim eu não sairia mesmo, bom o que aconteceu, que a brincadeirinha assustara a minha irmã, e eu nervosa, acabei batendo em Pietro e em Guilherme, e corri para o quarto, feliz que eu não havia ganhado nenhum castigo, só ouvi o papai dizer:
_É meu amor, nossa filha puxou o seu temperamento ... __disse o papai dando um beijo na testa de mamãe
Bom, quando eu fiz 7 aninhos, minha mãe me deu o meu primeiro diário, disse que ela tinha um, escondido é claro, e fora otimo e ainda é para ela, para desabafar e não cair em prantos por ai .. eu simplesmente amei o meu diário, ele era simplesmente lindo ... também ganhei outros presentes é claro, ganhei um MP3 da tia Caroline, o MP3 que o papai fez questão de editar e tirar todas as musicas que ele disse que eram horríveis e colocara as preferidas dele, papai tem um otimo gosto musical, mamãe também mais, eu quase nunca ouvi ...
Eu sou muito apegada a minha irmãzinha Angel, cuido dela com todo amor e carinho, de irmã, tipo que quando ela crescer vou continuar cuidando dela, quase não nos separamos, e eu tenho um medo do que vai acontecer quando eu estiver na escola e ela em casa ...
Bom então chegando o período escolar, descobri que o meu futuro professor de Historia era o melhor amigo do papai ... Alaric Saltzam, ele é casado com a tia da mamãe, a tia Jenna ... mais é errado eu ter medo dele? ou medo do que ele pode contar ao papai e a mamãe? bom ... é so esperar né?
Enfim a temida ultima semana de casa chegou, e eu sai com mamãe para comprar meu material escolar ...
CONTINUO AMANHA
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Capitulo 1
Eu tenho que ser forte ...
Eu sou forte ...
Preciso ser forte ...
Tenho que cuidar do meu irmão, pois agora sou a responsavel dele, ja que a nossa familia se resume somente em eu ele ...
E eu estou sozinha nisso ...
Então vamos, sorria, viva, e acha como se tivesse tudo bem ...
É dificil, bem dificii ...
Mais fazer o que? eu tenho que ser forte, estou sendo obrigada a isso, então porque não ceder? porque não chorar? porque segurar o choro, ja acumulado?
Eu não sei ...
Simplesmente preciso ser forte ...
Acordar,
Viver,
Cuidar de Jeremy
E fingir estar bem
Como eu ando fazendo ...
E tenho feito um otimo trabalho
Ate eu me supreendi
Consegui, um emprego, que eu tanto queria, é claro que estou feliz mais não feliz feliz, sabe? é como se alguma coisa tivesse faltando ...
Eu não estou feliz a dias
E os Salvatore ...
Bom eles ...
Nada a declarar ...
Eu sou forte ...
Preciso ser forte ...
Tenho que cuidar do meu irmão, pois agora sou a responsavel dele, ja que a nossa familia se resume somente em eu ele ...
E eu estou sozinha nisso ...
Então vamos, sorria, viva, e acha como se tivesse tudo bem ...
É dificil, bem dificii ...
Mais fazer o que? eu tenho que ser forte, estou sendo obrigada a isso, então porque não ceder? porque não chorar? porque segurar o choro, ja acumulado?
Eu não sei ...
Simplesmente preciso ser forte ...
Acordar,
Viver,
Cuidar de Jeremy
E fingir estar bem
Como eu ando fazendo ...
E tenho feito um otimo trabalho
Ate eu me supreendi
Consegui, um emprego, que eu tanto queria, é claro que estou feliz mais não feliz feliz, sabe? é como se alguma coisa tivesse faltando ...
Eu não estou feliz a dias
E os Salvatore ...
Bom eles ...
Nada a declarar ...
The Reason My Life Is You
Sinopse: Elena guarda em si um grande vazio, perdera seus pais adotivos num acidente de carro que somente ela sobrevivera, seu pai morrera por ela, e sua mãe também, para protege-la no fim das contas, sua tia Jenna havia sido morta usada num ritual, e Alaric o único que sobrara, para cuidar de Elena e Jeremy fora morto, e mesmo que Alaric vampiro tivesse uma ligação com Elena, ela sobreviveu, mais Alaric não, ele infelizmente morrera. A partir dai, a família de Elena se resumia somente em Jeremy, ela se tornara responsável por Jeremy, Elena só tinha 18 anos e já era responsável por Jeremy, seu irmão mais novo.
Mais é claro, tinha Bonnie e Caroline suas melhores amigas que Elena tinha certa que nunca a abandonaram, e é claro seus digamos que amigos Salvatore, Damon e Stefan, mais Elena esta meio que afastadas deles, é claro, na verdade parece que a dor que Elena vem contido, de todas essas perdas estavam vindo a tona, como se mostra-se para Elena que não havia mais como viver ...
Novamente Elena quase morreu, num acidente de carro, na mesma ponte que seus pais adotivos morreram, acidente causado por Rebecca que logo fora morta pelos irmãos Salvatore, como "vingança" Elena porque se importara de sua quase morte, e ficara desesperada por Matt quase ter morrido, Elena tinha certeza que simplesmente desabaria de vez, mais logo Matt ficara bom, e Elena conseguira novamente esconder a dor, e sorri, ou tentar sorri.
Elena tentando colocar sua vida no lugar, vai a busca de um emprego, mesmo nova não havia motivo para ficar atoa e ter que aguentar as possíveis visitas dos Salvatore ...
Bem sucedida, Elena arruma um bom emprego, o de seu sonhos, ser Jornalista, começa como estagiaria, uma coisa que não agrada Elena, o seu tempo no trabalho é pouco, somente 2 horas, o que para Elena não é nada, pois quando volta, tem que encarar tudo de volta ...
O emprego satisfaz Elena e a mesma pensa que ja havia conseguido reprimir a dor que ela sente ....
Pensamento errado ....
Elena é encontrada sentada bem em frente a lareira da sala dos Salvatore, observando o fogo, enquanto segurava a sua fiel ajudante de trabalho, sua maquina fotográfica digital, que conseguira comprar, bom a que ganhara era bem, horrível, e seu chefe deixou então estava tudo bem, Stefan com seu jeito irritante tentou falar com Elena, mais a mesma o ignorou, e Stefan logo desistiu, mais é claro logo fora a vez de Damon que fora avisado que Elena estava na sala, não fizera igual Stefan, preocupado Damon fora ate aonde Elena estava e se sentou ao lado dela, e conversava ...
Com a ajuda de Damon, Elena volta a sorrir, e a ser feliz ...
E é claro, bem junto ao seu Damon ...
Capitulo 1
elena não perdeu os pais adotivos, mais mesmo assim tem vampiros na historia, Damon e Stefan Salvatore, se infritam na escola a procura de sangue e de garotas bonitas e tem sua primeira visão de Elena, quando a mesma estava comemorando por ser escolhida a segunda no comando das lider de torcida, também parecia ser a mais animada, apos sentara no banco para acompanhar o treino, enquanto a lider estava testando tudo que poderia ser possivel, para uma lider de torcida, logo o sinal tocara, mais o treino ainda não terminara, e os irmãos Salvatore estavam bem dispostos a ficarem ate o final, os olhos de ambos não saiam da "menina" ou como vão conheçer, "Elena Gilbert" que ria da "lider" e amiga Caroline Forbes, os irmãos Salvatore, também perceberam que não eram o unicos que olhavam Elena, ela tinha total atenção de todos que passavam, parecia e era a garota popular do colegio ... (Jenna aparece por causa de Jeremy, mais é claro Grayson e Miranda também vão, para poder liberar Elena direito)
–------------------------------------------------------------------------
Acordei com minha musica preferida tocando no meu despertador, aumentei o volume, e sai da cama, fazendo as coisas com o ritmo da musica, eu amo musica, é minha vida.
Fui ate a minha comoda, aonde estava a minha roupa, e a joguei na cama, junto com os meus pompos, hoje era dia, era hoje que eu com certeza iria entrar para o time de lideres de torcida, para minha mãe, Miranda Gilbert eu ja sou uma, mais ainda eu não acredito, mais positividade é tudo ....
Apos sair do banheiro, ja com a minha roupa de lider de torcida, me olhei no espelho, meu corpo esta me agradando pois eu estava bem magrinha, o que era otimo pois a roupa era somente um top e uma mini saia, vermelha, a cor do uniforme era vermeho, por mais que eu prefira mil vezes azul, infelizmente é vermelho ...
Então logo eu ja estava de frente ao espelho de meu quarto, minha musica favorita ainda tocando, colocara para repetir, essa musica eu poderia dizer que é a minha musica, da vontade de cantar, dançar, e assim eu faço ...
Dei um abraço apertado no meu ursinho de pelucia, Teddy e o coloquei delicadamente sobre a cama
E desçi para o cafe da manhã, aonde encontrei Jenna novamente brincando com papai, e mamãe estava a servir o café na mesa, eu estava ansiosa, o tempo lá fora prometia um otimo dia ..
CONTINUO DEPOIS
Mudando A Historia, Para Melhor?ou Pior?
Nome: Mudando A Historia, Para Melhor?ou Pior?
Sinopse: ainda não tem
Sinopse: ainda não tem
Capitulo I - A velha Elena Gilbert
apresentação da Velha Elena Gilbert, depois a atual
Ola, meu nome é Elena Gilbert, tenho quase 20 anos, ou seja ja sou
maior de idade, mais mesmo assim não posso fazer o que eu quero, que é
sair de Mystic Falls ...
Porque?
Simples
Eu digo o porque ...
Minha tia é uma vampira, e tem 2 vampiros que gostam de mim, infelizando a minha vida ...
Perfeito não?
Mais ainda estou de pé
Firme e Forte
Segura que mais um dia vem por ai, e eu tenho que estar preparada ...
MInha Base
Melhor
Minha razão para ainda continuar vivendo
São meus amigos
Tudo se resume a eles
...
Sabe?
Minha vida são eles
Tenho certeza disso
Não estaria aqui se não fossem eles
Pois eu tenho sido ...
Fraca
Por mais que eu tente, ser forte
Ser forte parece impossivel
Mais eu tenho
Todos os dias
Todas as noites
E tentarei pela resto da vida
Amo meus amigos, mais que tudo nessa vida ..
Ainda moro com minha tia, e o namorado dela, mais é claro, os Salvatore tem que aparecer la, sempre la ...
Isso irrita
...
Sabe?
Você acorda num dia que pretende ser tudo de comum, sai da cama, se arruma, desce para o cafe da manhã, e la estão eles ...
Estou começando a ter raivas deles ...
Ainda estudo, estou terminando o 3 ano, e estou perdida
O que eu faço?
Que emprego escolher?
Eu sonhei em ser Jornalista
Mais sera que consigo?
Sempre que eu penso nisso as perguntas me invadem ...
Mais eu quero, e eu ser Jonalista
Ou o meu nome não é Elena Gilbert
Porque?
Simples
Eu digo o porque ...
Minha tia é uma vampira, e tem 2 vampiros que gostam de mim, infelizando a minha vida ...
Perfeito não?
Mais ainda estou de pé
Firme e Forte
Segura que mais um dia vem por ai, e eu tenho que estar preparada ...
MInha Base
Melhor
Minha razão para ainda continuar vivendo
São meus amigos
Tudo se resume a eles
...
Sabe?
Minha vida são eles
Tenho certeza disso
Não estaria aqui se não fossem eles
Pois eu tenho sido ...
Fraca
Por mais que eu tente, ser forte
Ser forte parece impossivel
Mais eu tenho
Todos os dias
Todas as noites
E tentarei pela resto da vida
Amo meus amigos, mais que tudo nessa vida ..
Ainda moro com minha tia, e o namorado dela, mais é claro, os Salvatore tem que aparecer la, sempre la ...
Isso irrita
...
Sabe?
Você acorda num dia que pretende ser tudo de comum, sai da cama, se arruma, desce para o cafe da manhã, e la estão eles ...
Estou começando a ter raivas deles ...
Ainda estudo, estou terminando o 3 ano, e estou perdida
O que eu faço?
Que emprego escolher?
Eu sonhei em ser Jornalista
Mais sera que consigo?
Sempre que eu penso nisso as perguntas me invadem ...
Mais eu quero, e eu ser Jonalista
Ou o meu nome não é Elena Gilbert
Meu Outro Eu, Meu Lado Melhor
Nome: Meu Outro Eu, Meu Lado Melhor
Sinopse: Todas as pessoas especias para Elena deixam Mystic Falls, indo trabalhar, Bonnie e Caroline suas melhores amigas, Jeremy seu irmão, Matt seu amigo, o circulo se fechara para Elena, que magoada, guardou para si, ficando agressiva ...
Elena começa a trabalhar com o emprego de seu sonho, e logo arrumar um jeito de sair de casa, comprando uma casa, na divisa de Florida, sendo assim poderia visitar Bonnie, e todos, era uma casa enorme, praticamente uma mansão ...
O tempo passa e Elena muda, e passa a ter sua tranquilidade com ajuda de Emily que protege sua casa de pessoas, ate mesmo de humanos, que não provem se da família ou amigos de Elena, por sangue ...
Logo todos ja com familias formadas dão o prazer de morarem com Elena, que fica feliz ao ver os amigos ...
Mais sera que a velha Elena ira voltar?
Sinopse: Todas as pessoas especias para Elena deixam Mystic Falls, indo trabalhar, Bonnie e Caroline suas melhores amigas, Jeremy seu irmão, Matt seu amigo, o circulo se fechara para Elena, que magoada, guardou para si, ficando agressiva ...
Elena começa a trabalhar com o emprego de seu sonho, e logo arrumar um jeito de sair de casa, comprando uma casa, na divisa de Florida, sendo assim poderia visitar Bonnie, e todos, era uma casa enorme, praticamente uma mansão ...
O tempo passa e Elena muda, e passa a ter sua tranquilidade com ajuda de Emily que protege sua casa de pessoas, ate mesmo de humanos, que não provem se da família ou amigos de Elena, por sangue ...
Logo todos ja com familias formadas dão o prazer de morarem com Elena, que fica feliz ao ver os amigos ...
Mais sera que a velha Elena ira voltar?
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Capitulo 1 - Noiva
NINGUÉM ESTA OLHANDO PARA VOCÊ, GARANTI A MIM MESMA. NINGUÉM está olhando para você. Ninguém está olhando para você.
Como eu não conseguia mentir de modo convincente nem mesmo para mim, tive que verificar.
Enquanto esperava que um dos três sinais de trânsito da cidade abrisse, olhei para a direita -- na minivan, a Sra. Donovan tinha virado todo o corpo para mim. Os olhos dela perfuravam os meus, e eu me encolhi, me perguntando porque ela não desviara o olhar ou demonstrava constrangimento.
Ainda era considerado falta de educação encarar as pessoa, não era? Isso não se aplicava mais a mim?
Depois me lembrei de que aquelas janelas eram tão escuras que ela não devia fazer ideia de que era eu que estava ali, menos ainda de que eu havia flagrado seu olhar. Tentei me reconfortar um pouco com o fato de que ela não estava olhando para mim, só o carro.
Meu carro. Suspiro.
Olhei para a minha esquerda e gemi. Dois pedestres estava paralisados na calçada, perdendo a oportunidade de atravessar por estarem olhando o carro. Atrás deles, o Sr. Marshall olhava feito um parvo pela vitrine de sua lojinha de presentes. Pelo menos ele não estava com o nariz achatado contra o vidro. Ainda.
O sinal ficou verde, e na pressa para escapar pisei fundo no acelerador, sem pensar -- como normalmente teria feito para colocar em movimento minha antiga picape Chevy.
O motor rugiu como uma pantera caçando o carro deu um solavanco tão forte para a frente que meu corpo bateu contra o encosto do banco de couro preto e meu estômago se achatou de encontro á coluna.
_Ai!__arfei enquanto procurava freio. Mantendo a calma, apenas toquei o pedal. O carro deu uma sacudidela e ficou completamente imóvel.
Não consegui olhar as reações á a minha volta. Se houvesse alguma dúvida sobre quem estava dirigindo o carro, agora ela deixara de existir. Com a ponta do sapato, cutuquei o pedal do acelerador meio milímetro, e o carro se lançou para a frente de novo.
Consegui chegar ao meu destino: o posto de gasolina. Se eu não estivesse dirigindo só com o cheiro da gasolina, de jeito nenhum teria ido á cidade. Eu estava passando sem muitas coisas ultimamente, como torradas Pop-Tarts e cadarços, só para não aparecer em público.
Agindo como se estivesse em uma corrida, abri o tanque, passei o cartão e encaixei a mangueira de combustível em segundos. É claro que não havia nada que eu pudesse fazer para que os números no medidor andassem mais rápido. Eles mudavam lentamente, quase como se quisesem me irritar.
Não era um dia claro -- um típico dia chuvoso em Mystic Falls, Washington --, mas eu ainda tinha a sensação de que havia um holofote focado sobre mim, chamando a atenção para a delicada aliança em minha mão esquerda. Em ocasiões como aquela, sentindo olhares nas minhas costas, parecia que a aliança pulsava como uma placa de neon: Olhem pra mim. Olhem para mim.
Era idiotice ficar tão sem graça, e eu sabia disso. Além de meu pai e de minha mãe, será que importava realmente o que as pessoas diziam sobre meu noivado? Sobre meu carro novo? Sobre minha misteriosa admissão numa universidade da Ivy League? Sobre o cartão de crédito preto e reluzente que agora parecia arder no meu bolso de trás?
_É, quem liga para o que eles pensam? __murmurei.
_Hmmm, moça? __uma voz e homem chamou.
Eu me virei, e então desejei não ter feito aquilo.
Dois homens estavam parados atrás de uma 4 x 4 caro, com caiaques novos em folha no rack do teto. Nenhum deles olhava para mim; os dois tinham os olhos fixos no carro.
Pessoalmente, eu não entendia. Já me orgulhava de poder distinguir entre os logos da Toyota, da Ford e da Chevrolet. Aquele carro era preto, reluzente e lindo, mas para mim ainda era só um carro.
_Desculpe incomodá-la, mas poderia me dizer que modelo é esse que está dirigindo? __perguntou o alto.
_Hã, é um Mercedes, não é?
_Sim -- disse o homem com educação, enquanto o amigo mais baixo revirava os olhos diante da minha resposta. -- Eu sei. Mas eu estava me perguntando se você ... está dirigindo um Mercedes Guardian? -- O homem disse o nome com reverência. Tive a sensação de que aquele sujeito iria se dar bem com Damon Salvatore, meu... meu noivo (ultimamente não havia como fugir da realidade do casamento dali a alguns dias). -- Eles ainda não devem estar disponíveis nem na Europa -- continuo o homem --, que dirá aqui.
Enquando meus olhos acompanhavam as linhas de meu carro -- não me parecia muito diferente de outros Mercedes sedãs, mas o que eu entendia do assunto? --, pensei em meus problemas com palavras como noivos, casamento, marido ect.
Eu não conseguia aceitar aquilo.
Por um lado, fui criada para me encolher só de pensar em vestidos brancos e buquês de noiva. Mais do que isso, pórem: eu não conseguia harmonizar um conceito tradicional, respeitável e tedioso como marido com meu conceito de Damon. Era como imaginar um arcanjo como um contador; eu não conseguia visualizá-lo em nenhum papel comu.
Como sempre, assim que comecei a pensar em Damon, fui apanhada numa vertigem de fantasias. O estranho teve que piarregar para chamar minha atenção; ainda esparava por uma reposta a fabricação e o moelo do carro.
_Não sei __eu respondi com sinceridade.
_Posso tirar uma foto dele?
Precisei de um segundo para processar o pedido.
_De verdade? Quer tirar uma foto do carro?
_Claro... Ninguém vai acreditar em mim se eu não tiver a prova.
_Hã. Tudo bem. Pode tirar.
Rapidamente tirei a mangueira de gasolina e e esgueirei para o banco da frente a fim de me esconder enquanto o carra fissurado pegava ana mochila uma câmera que parecia profissonal. Ele e o amigo se revezaram posando junto ao capô e depois tiraram fotos da traseira.
_Ai, que saudades da minha picape -- choraminguei comigo mesma.
Fora mesmo muito conveniente -- conveniente demais -- que minha picape desse seu último suspiro semanas depois de Damon e eu fecharmos nosso acordo desigual, e um detalhe do acordo era que Damon poderia substituir minha picape quando ela morresse. Ele jurou que era apenas o esperado; que a picape tinha tido uma vida plena e longa e depois falecera, de causas naturais.
Isso é que o que ele diz. E, é claro, eu não tinha como verificar sua história ou tentar, sozinha, erguer a picape de entre os mortos. Meu mecânico preferido...
Eliminei esse pensando, recusando-me a levá-lo a uma conclusão. Em vez disso, voltei a atenção par as vozes dos homens do lado de fora, abafadas pela lataria do carro.
_ ... atacado com um lança-chamas num vídeo on-line. Nem enrugou a pintura.
_É claro que não. Até dá para passar com um tanque por cima desse bebê. Mas não tem muito mercado por aqui. Foi projetado basicamente para diplomatas do Oriente Médio, traficantes de armas e chefôes das drogas.
_Acha que ela é alguma coisa? __perguntou o mais baixo, reduzindo o volume da voz.
Baixei a cabeça com o rosto em brasa.
_Hmmm -- mumurou o alto. __Talvez. Nem imagino para que alguém precisa de vidro á prova de mísseis e duzentos quilos de blindagem por aqui. Deve estar indo a um lugar mais perigoso.
Blindagem. Duzentos quilos de blindagem. E vidro á prova de míssies? Que ótimo. O que aconteceu com o bom e velho vidro á prova de balas?
Bom, pelo menos isso fazia algum sentindo -- para que tem um senso de humor meio distorcido.
Não é que eu não esperasse que Damon tirasse proveito de nosso acordo, fazendo a balança pender para o lado dele, dando-me muito mais do que receberia. Eu concordei que ele substituiria minha picape quando fosse necessário, sem esperar que esse momento chegasse tão cedo, é claro. Quando fui obrigada a admitir que a picape não passava de um tributo em natureza-morta aos Chevys clássicos no meu meio-fio, sabia que a ideia que ele fazia de substituição ia acabar me deixando constrangida. Ia me tornar o foco de olhares e cochichos. Eu tinha razão quanto a essa parte. Mas mesmo em minhas mais sinistras concepções não previ que ele me daria dois carros.
O carro de "antes" e o carro de "depois", explicou-me quando eu pirei.
Aquele era só o carro de "antes". Ele me disse que era emprestado e prometeu que o devolveria depois do casamento. Tudo aquilo não fazia qualquer sentido para mim. Até então.
Rá-rá. Ao que parecia, porque eu era tão fragilmente humana, tendia tanto a me acidentar era tão vítima de minha própria e perigosa falta de sorte, precisava de um carro que resistisse a tanques para me manter segura. Hilário. Eu tinha certeza de que ele e os irmãos riram da piada pelas minhas costas.
Ou talvez, só talvez, susurou uma vozinha em minha cabeça, não seja uma piada, sua boba. Talvez ele realmente se preocupe com você. Não seria a primeira vez que ele teria exagerado um pouco, tentando protegê-la.
Eu suspire.
Ainda não vira o carro de "depois"
CONTINUO DEPOIS
Como eu não conseguia mentir de modo convincente nem mesmo para mim, tive que verificar.
Enquanto esperava que um dos três sinais de trânsito da cidade abrisse, olhei para a direita -- na minivan, a Sra. Donovan tinha virado todo o corpo para mim. Os olhos dela perfuravam os meus, e eu me encolhi, me perguntando porque ela não desviara o olhar ou demonstrava constrangimento.
Ainda era considerado falta de educação encarar as pessoa, não era? Isso não se aplicava mais a mim?
Depois me lembrei de que aquelas janelas eram tão escuras que ela não devia fazer ideia de que era eu que estava ali, menos ainda de que eu havia flagrado seu olhar. Tentei me reconfortar um pouco com o fato de que ela não estava olhando para mim, só o carro.
Meu carro. Suspiro.
Olhei para a minha esquerda e gemi. Dois pedestres estava paralisados na calçada, perdendo a oportunidade de atravessar por estarem olhando o carro. Atrás deles, o Sr. Marshall olhava feito um parvo pela vitrine de sua lojinha de presentes. Pelo menos ele não estava com o nariz achatado contra o vidro. Ainda.
O sinal ficou verde, e na pressa para escapar pisei fundo no acelerador, sem pensar -- como normalmente teria feito para colocar em movimento minha antiga picape Chevy.
O motor rugiu como uma pantera caçando o carro deu um solavanco tão forte para a frente que meu corpo bateu contra o encosto do banco de couro preto e meu estômago se achatou de encontro á coluna.
_Ai!__arfei enquanto procurava freio. Mantendo a calma, apenas toquei o pedal. O carro deu uma sacudidela e ficou completamente imóvel.
Não consegui olhar as reações á a minha volta. Se houvesse alguma dúvida sobre quem estava dirigindo o carro, agora ela deixara de existir. Com a ponta do sapato, cutuquei o pedal do acelerador meio milímetro, e o carro se lançou para a frente de novo.
Consegui chegar ao meu destino: o posto de gasolina. Se eu não estivesse dirigindo só com o cheiro da gasolina, de jeito nenhum teria ido á cidade. Eu estava passando sem muitas coisas ultimamente, como torradas Pop-Tarts e cadarços, só para não aparecer em público.
Agindo como se estivesse em uma corrida, abri o tanque, passei o cartão e encaixei a mangueira de combustível em segundos. É claro que não havia nada que eu pudesse fazer para que os números no medidor andassem mais rápido. Eles mudavam lentamente, quase como se quisesem me irritar.
Não era um dia claro -- um típico dia chuvoso em Mystic Falls, Washington --, mas eu ainda tinha a sensação de que havia um holofote focado sobre mim, chamando a atenção para a delicada aliança em minha mão esquerda. Em ocasiões como aquela, sentindo olhares nas minhas costas, parecia que a aliança pulsava como uma placa de neon: Olhem pra mim. Olhem para mim.
Era idiotice ficar tão sem graça, e eu sabia disso. Além de meu pai e de minha mãe, será que importava realmente o que as pessoas diziam sobre meu noivado? Sobre meu carro novo? Sobre minha misteriosa admissão numa universidade da Ivy League? Sobre o cartão de crédito preto e reluzente que agora parecia arder no meu bolso de trás?
_É, quem liga para o que eles pensam? __murmurei.
_Hmmm, moça? __uma voz e homem chamou.
Eu me virei, e então desejei não ter feito aquilo.
Dois homens estavam parados atrás de uma 4 x 4 caro, com caiaques novos em folha no rack do teto. Nenhum deles olhava para mim; os dois tinham os olhos fixos no carro.
Pessoalmente, eu não entendia. Já me orgulhava de poder distinguir entre os logos da Toyota, da Ford e da Chevrolet. Aquele carro era preto, reluzente e lindo, mas para mim ainda era só um carro.
_Desculpe incomodá-la, mas poderia me dizer que modelo é esse que está dirigindo? __perguntou o alto.
_Hã, é um Mercedes, não é?
_Sim -- disse o homem com educação, enquanto o amigo mais baixo revirava os olhos diante da minha resposta. -- Eu sei. Mas eu estava me perguntando se você ... está dirigindo um Mercedes Guardian? -- O homem disse o nome com reverência. Tive a sensação de que aquele sujeito iria se dar bem com Damon Salvatore, meu... meu noivo (ultimamente não havia como fugir da realidade do casamento dali a alguns dias). -- Eles ainda não devem estar disponíveis nem na Europa -- continuo o homem --, que dirá aqui.
Enquando meus olhos acompanhavam as linhas de meu carro -- não me parecia muito diferente de outros Mercedes sedãs, mas o que eu entendia do assunto? --, pensei em meus problemas com palavras como noivos, casamento, marido ect.
Eu não conseguia aceitar aquilo.
Por um lado, fui criada para me encolher só de pensar em vestidos brancos e buquês de noiva. Mais do que isso, pórem: eu não conseguia harmonizar um conceito tradicional, respeitável e tedioso como marido com meu conceito de Damon. Era como imaginar um arcanjo como um contador; eu não conseguia visualizá-lo em nenhum papel comu.
Como sempre, assim que comecei a pensar em Damon, fui apanhada numa vertigem de fantasias. O estranho teve que piarregar para chamar minha atenção; ainda esparava por uma reposta a fabricação e o moelo do carro.
_Não sei __eu respondi com sinceridade.
_Posso tirar uma foto dele?
Precisei de um segundo para processar o pedido.
_De verdade? Quer tirar uma foto do carro?
_Claro... Ninguém vai acreditar em mim se eu não tiver a prova.
_Hã. Tudo bem. Pode tirar.
Rapidamente tirei a mangueira de gasolina e e esgueirei para o banco da frente a fim de me esconder enquanto o carra fissurado pegava ana mochila uma câmera que parecia profissonal. Ele e o amigo se revezaram posando junto ao capô e depois tiraram fotos da traseira.
_Ai, que saudades da minha picape -- choraminguei comigo mesma.
Fora mesmo muito conveniente -- conveniente demais -- que minha picape desse seu último suspiro semanas depois de Damon e eu fecharmos nosso acordo desigual, e um detalhe do acordo era que Damon poderia substituir minha picape quando ela morresse. Ele jurou que era apenas o esperado; que a picape tinha tido uma vida plena e longa e depois falecera, de causas naturais.
Isso é que o que ele diz. E, é claro, eu não tinha como verificar sua história ou tentar, sozinha, erguer a picape de entre os mortos. Meu mecânico preferido...
Eliminei esse pensando, recusando-me a levá-lo a uma conclusão. Em vez disso, voltei a atenção par as vozes dos homens do lado de fora, abafadas pela lataria do carro.
_ ... atacado com um lança-chamas num vídeo on-line. Nem enrugou a pintura.
_É claro que não. Até dá para passar com um tanque por cima desse bebê. Mas não tem muito mercado por aqui. Foi projetado basicamente para diplomatas do Oriente Médio, traficantes de armas e chefôes das drogas.
_Acha que ela é alguma coisa? __perguntou o mais baixo, reduzindo o volume da voz.
Baixei a cabeça com o rosto em brasa.
_Hmmm -- mumurou o alto. __Talvez. Nem imagino para que alguém precisa de vidro á prova de mísseis e duzentos quilos de blindagem por aqui. Deve estar indo a um lugar mais perigoso.
Blindagem. Duzentos quilos de blindagem. E vidro á prova de míssies? Que ótimo. O que aconteceu com o bom e velho vidro á prova de balas?
Bom, pelo menos isso fazia algum sentindo -- para que tem um senso de humor meio distorcido.
Não é que eu não esperasse que Damon tirasse proveito de nosso acordo, fazendo a balança pender para o lado dele, dando-me muito mais do que receberia. Eu concordei que ele substituiria minha picape quando fosse necessário, sem esperar que esse momento chegasse tão cedo, é claro. Quando fui obrigada a admitir que a picape não passava de um tributo em natureza-morta aos Chevys clássicos no meu meio-fio, sabia que a ideia que ele fazia de substituição ia acabar me deixando constrangida. Ia me tornar o foco de olhares e cochichos. Eu tinha razão quanto a essa parte. Mas mesmo em minhas mais sinistras concepções não previ que ele me daria dois carros.
O carro de "antes" e o carro de "depois", explicou-me quando eu pirei.
Aquele era só o carro de "antes". Ele me disse que era emprestado e prometeu que o devolveria depois do casamento. Tudo aquilo não fazia qualquer sentido para mim. Até então.
Rá-rá. Ao que parecia, porque eu era tão fragilmente humana, tendia tanto a me acidentar era tão vítima de minha própria e perigosa falta de sorte, precisava de um carro que resistisse a tanques para me manter segura. Hilário. Eu tinha certeza de que ele e os irmãos riram da piada pelas minhas costas.
Ou talvez, só talvez, susurou uma vozinha em minha cabeça, não seja uma piada, sua boba. Talvez ele realmente se preocupe com você. Não seria a primeira vez que ele teria exagerado um pouco, tentando protegê-la.
Eu suspire.
Ainda não vira o carro de "depois"
CONTINUO DEPOIS
Prólogo
LIVRO UM
–-
Elena
Mas parecia estranhamente inevitável enfrentar a morte outra vez.
Como se eu estivesse mesmo marcada para o desastre.
Eu havia escapado repetidas vezes, mas ela continuava me rondando.
Ainda assim, dessa vez foi diferente.
Pode-se correr de alguém de quem se tenha medo ; pode-se tentar lutar com alguém que se odeie.
Todas as minhas reações eram preparadas para aqueles tipos de assassinos -- os monstros, os inimigos.
Mas quando se ama aquele que vai matá-la, não restam alternativas.
Como se pode correr, como se pode lutar, quando essa atitude magoaria o amado? Se sua vida é tudo o que você tem para dar ao amado, como não dá-la?
Quando ele é alguém que você ama de verdade.
LiVRO DOIS
–-
Tyler
É, tivesse eu essa sorte...
LIVRO TRÊS
–-
Elena
Vamos morrer, pensei, em pânico.
Eu estava desesperada por causa da preciosidade que protegia, mas pensar nisso já era um lapso de atenção a que eu não tinha direito.
Eles se aproximavam como fantasmas, os mantos escuros ondulados levemente com o movimento.
Vi suas mãos crisparem-se em garras cor de osso.
Eles se separaram, aproximando-se de nós por todos os lados.
Éramos em menor número.
Estava acabado.
E, então, como a explosão de luz de um flash, a cena toda ficou diferente.
Apesar de nada ter mudado -- os Volturi ainda nos encurralavam, prontos para matar.
Só o que realmente se modificou foi minha percepção do quadro.
De repente, eu ansiava por aquilo.
Eu queria que eles atacassem.
O pânico se transformou em desejo de sangue enquanto eu me agachava, com um sorriso no rosto, e um rosnado atravessava meus dentes expostos.
Amanhecer De Elena Gilbert
Nome: Amanhecer De Elena Gilbert
Sinopse: Fic baseada no livro Amanhecer de Stephenie Meyer
Sinopse: Fic baseada no livro Amanhecer de Stephenie Meyer
Capitulo 1
Estava amanhecendo em Mystic Falls, caia uma chuva fina, mais nada
que precisa-se se preocupar, Elena dormir solitaria na cama, Damon saira
novamente bem cedo, para ver algumas mortes que aconteciam, e é claro
dar sua familia passada no Mystic Grill, antes de voltar para a casa e
matar a saudade de Elena ...
Elena levantara da cama, prequiçosa, sentia fome e como se Damon advinha-se, havia um copo de sangue ao em cima da comoda, sangue no qual Elena não demorou a tomar ...
O dia se passara bem rapido, principalmente para Elena que ja estava acostumada a ficar sozinha, Elena tentava não ficar preocupada, pois sabia que logo, logo, Damon iria ligar para ela ...
E não gostaria nada, de escutar que Elena estava preocupada, ou como ele falava, se matando de preocupação
Elena estava no sofa da sala, bebendo mais uma bolsa de sangue, sentia-se faminta, como sempre se sentia quando pensava no sabor do sangue humano, ou quando simplesmente tinha crise de sangue, ou melhor, crise por sangue ...
Tudo estava bem calmo ...
Calminho mesmo ...
Quando aconteceu ...
Quando um choro de bebe fora ouvido, Elena atenta, deixara sua bolsa de sangue para o lado, e começara a procurar o choro ..
Procurou pelos quartos
Cozinhas
Salas
Pela casa toda ...
Ate que se aproximava mais perto da porta, e o choro aumentou, ate que Elena resolvera abrir a porta, e encontrara o barulho ...
Havia um bebe enrolado em um pano na porta ...
Elena primeiramente esticou o pescoço procurando quem colocara a pequena bebe ali ...
Não entrou ninguém
E a atenção de Elena fora para o bebe, Elena agachou e pegou o bebe no colo, automaticamente o bebe parou de chorar ...
Elena reparou umas coisinhas no bebe ...
Parecia ter uns 8 meses, seus olhos eram castanhos assim como os de Elena, e o pouco cabelo era castanho
Parecia muito fragil, estava pelada somente com um pano em volta do seu corpo
Ficara tentando pegar os cabelos de Elena
Elena logo se encantou e tirara a bebe do frio, e fechara a porta, no mesmo instante que o celular de Elena tocou, e a mesma correu para pega-lo, e logo atendera, segurando a bebe com cuidado é claro:
_Oi meu amor, tudo bem? __disse Damon
_Meu amor !!! você ja esta voltando? aconteceu uma coisa estranha em casa __disse Elena
_Estou indo __disse Damon
Logo Damon chegara, e também se encantara com a bebe, e juntos, aceitaram aquela bebe como sua filha, Damon disse que iria arrumar tudo diretinho para ter os reais direitos sobre a filha ...
Sua filha ...
A futura Minnie Gilbert Salvatore
Elena levantara da cama, prequiçosa, sentia fome e como se Damon advinha-se, havia um copo de sangue ao em cima da comoda, sangue no qual Elena não demorou a tomar ...
O dia se passara bem rapido, principalmente para Elena que ja estava acostumada a ficar sozinha, Elena tentava não ficar preocupada, pois sabia que logo, logo, Damon iria ligar para ela ...
E não gostaria nada, de escutar que Elena estava preocupada, ou como ele falava, se matando de preocupação
Elena estava no sofa da sala, bebendo mais uma bolsa de sangue, sentia-se faminta, como sempre se sentia quando pensava no sabor do sangue humano, ou quando simplesmente tinha crise de sangue, ou melhor, crise por sangue ...
Tudo estava bem calmo ...
Calminho mesmo ...
Quando aconteceu ...
Quando um choro de bebe fora ouvido, Elena atenta, deixara sua bolsa de sangue para o lado, e começara a procurar o choro ..
Procurou pelos quartos
Cozinhas
Salas
Pela casa toda ...
Ate que se aproximava mais perto da porta, e o choro aumentou, ate que Elena resolvera abrir a porta, e encontrara o barulho ...
Havia um bebe enrolado em um pano na porta ...
Elena primeiramente esticou o pescoço procurando quem colocara a pequena bebe ali ...
Não entrou ninguém
E a atenção de Elena fora para o bebe, Elena agachou e pegou o bebe no colo, automaticamente o bebe parou de chorar ...
Elena reparou umas coisinhas no bebe ...
Parecia ter uns 8 meses, seus olhos eram castanhos assim como os de Elena, e o pouco cabelo era castanho
Parecia muito fragil, estava pelada somente com um pano em volta do seu corpo
Ficara tentando pegar os cabelos de Elena
Elena logo se encantou e tirara a bebe do frio, e fechara a porta, no mesmo instante que o celular de Elena tocou, e a mesma correu para pega-lo, e logo atendera, segurando a bebe com cuidado é claro:
_Oi meu amor, tudo bem? __disse Damon
_Meu amor !!! você ja esta voltando? aconteceu uma coisa estranha em casa __disse Elena
_Estou indo __disse Damon
Logo Damon chegara, e também se encantara com a bebe, e juntos, aceitaram aquela bebe como sua filha, Damon disse que iria arrumar tudo diretinho para ter os reais direitos sobre a filha ...
Sua filha ...
A futura Minnie Gilbert Salvatore
A Filha Adotiva de Elena E Damon S.
Sinopse: Casados, Damon e Elena começam a ficar com aquela vontade
de ser pai, o que acharam impossíveis, ate que um dia Elena encontra um
bebe na porta da mansão Salvatore, e ambos decidem adotar o bebe,
cuidando como se fosse realmente sua filha, eles deram o nome de Minnie
Gilbert Salvatore, desejo realizado, a pequena cresce mesmo sabendo que é
adotada, vive feliz ...
A felicidade da família Salvatore aumenta quando Elena descobre que esta gravida ...
A felicidade da família Salvatore aumenta quando Elena descobre que esta gravida ...
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