terça-feira, 28 de agosto de 2012

Capitulo I - A velha Elena Gilbert

apresentação da Velha Elena Gilbert, depois a atual

Ola, meu nome é Elena Gilbert, tenho quase 20 anos, ou seja ja sou maior de idade, mais mesmo assim não posso fazer o que eu quero, que é sair de Mystic Falls ...
Porque?
Simples
Eu digo o porque ...
Minha tia é uma vampira, e tem 2 vampiros que gostam de mim, infelizando a minha vida ...
Perfeito não?
Mais ainda estou de pé
Firme e Forte
Segura que mais um dia vem por ai, e eu tenho que estar preparada ...
MInha Base
Melhor
Minha razão para ainda continuar vivendo
São meus amigos
Tudo se resume a eles
...
Sabe?
Minha vida são eles
Tenho certeza disso
Não estaria aqui se não fossem eles
Pois eu tenho sido ...
Fraca
Por mais que eu tente, ser forte
Ser forte parece impossivel
Mais eu tenho
Todos os dias
Todas as noites
E tentarei pela resto da vida
Amo meus amigos, mais que tudo nessa vida ..
Ainda moro com minha tia, e o namorado dela, mais é claro, os Salvatore tem que aparecer la, sempre la ...
Isso irrita
...
Sabe?
Você acorda num dia que pretende ser tudo de comum, sai da cama, se arruma, desce para o cafe da manhã, e la estão eles ...
Estou começando a ter raivas deles ...
Ainda estudo, estou terminando o 3 ano, e estou perdida
O que eu faço?
Que emprego escolher?
Eu sonhei em ser Jornalista
Mais sera que consigo?
Sempre que eu penso nisso as perguntas me invadem ...
Mais eu quero, e eu ser Jonalista
Ou o meu nome não é Elena Gilbert

Meu Outro Eu, Meu Lado Melhor

Nome: Meu Outro Eu, Meu Lado Melhor


Sinopse: Todas as pessoas especias para Elena deixam Mystic Falls, indo trabalhar, Bonnie e Caroline suas melhores amigas, Jeremy seu irmão, Matt seu amigo, o circulo se fechara para Elena, que magoada, guardou para si, ficando agressiva ...
Elena começa a trabalhar com o emprego de seu sonho, e logo arrumar um jeito de sair de casa, comprando uma casa, na divisa de Florida, sendo assim poderia visitar Bonnie, e todos, era uma casa enorme, praticamente uma mansão ...
O tempo passa e Elena muda, e passa a ter sua tranquilidade com ajuda de Emily que protege sua casa de pessoas, ate mesmo de humanos, que não provem se da família ou amigos de Elena, por sangue ...
Logo todos ja com familias formadas dão o prazer de morarem com Elena, que fica feliz ao ver os amigos ...
Mais sera que a velha Elena ira voltar?

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Capitulo 1 - Noiva

NINGUÉM ESTA OLHANDO PARA VOCÊ, GARANTI A MIM MESMA. NINGUÉM está olhando para você. Ninguém está olhando para você.
Como eu não conseguia mentir de modo convincente nem mesmo para mim, tive que verificar.
Enquanto esperava que um dos três sinais de trânsito da cidade abrisse, olhei para a direita -- na minivan, a Sra. Donovan tinha virado todo o corpo para mim. Os olhos dela perfuravam os meus, e eu me encolhi, me perguntando porque ela não desviara o olhar ou demonstrava constrangimento.
Ainda era considerado falta de educação encarar as pessoa, não era? Isso não se aplicava mais a mim?
Depois me lembrei de que aquelas janelas eram tão escuras que ela não devia fazer ideia de que era eu que estava ali, menos ainda de que eu havia flagrado seu olhar. Tentei me reconfortar um pouco com o fato de que ela não estava olhando para mim, só o carro.
Meu carro. Suspiro.
Olhei para a minha esquerda e gemi. Dois pedestres estava paralisados na calçada, perdendo a oportunidade de atravessar por estarem olhando o carro. Atrás deles, o Sr. Marshall olhava feito um parvo pela vitrine de sua lojinha de presentes. Pelo menos ele não estava com o nariz achatado contra o vidro. Ainda.
O sinal ficou verde, e na pressa para escapar pisei fundo no acelerador, sem pensar -- como normalmente teria feito para colocar em movimento minha antiga picape Chevy.
O motor rugiu como uma pantera caçando o carro deu um solavanco tão forte para a frente que meu corpo bateu contra o encosto do banco de couro preto e meu estômago se achatou de encontro á coluna.
_Ai!__arfei enquanto procurava  freio. Mantendo a calma, apenas toquei o pedal. O carro deu uma sacudidela e ficou completamente imóvel.
Não consegui olhar as reações á a minha volta. Se houvesse alguma dúvida sobre quem estava dirigindo o carro, agora ela deixara de existir. Com a ponta do sapato, cutuquei o pedal do acelerador meio milímetro, e o carro se lançou para a frente de novo.
Consegui chegar ao meu destino: o posto de gasolina. Se eu não estivesse dirigindo só com o cheiro da gasolina, de jeito nenhum teria ido á cidade. Eu estava passando sem muitas coisas ultimamente, como torradas Pop-Tarts e cadarços, só para não aparecer em público.
Agindo como se estivesse em uma corrida, abri o tanque, passei o cartão e encaixei a mangueira de combustível em segundos. É claro que não havia nada que eu pudesse fazer para que os números no medidor andassem mais rápido. Eles mudavam lentamente, quase como se quisesem me irritar.
Não era um dia claro -- um típico dia chuvoso em Mystic Falls, Washington --, mas eu ainda tinha a sensação de que havia um holofote focado sobre mim, chamando a atenção para a delicada aliança em minha mão esquerda. Em ocasiões como aquela, sentindo olhares nas minhas costas, parecia que a aliança pulsava como uma placa de neon: Olhem pra mim. Olhem para mim.
Era idiotice ficar tão sem graça, e eu sabia disso. Além de meu pai e de minha mãe, será que importava realmente o que as pessoas diziam sobre meu noivado? Sobre meu carro novo? Sobre minha misteriosa admissão numa universidade da Ivy League? Sobre o cartão de crédito preto e reluzente que agora parecia arder no meu bolso de trás?
_É, quem liga para o que eles pensam? __murmurei.
_Hmmm, moça? __uma voz e homem chamou.
Eu me virei, e então desejei não ter feito aquilo.
Dois homens estavam parados atrás de uma 4 x 4 caro, com caiaques novos em folha no rack do teto. Nenhum deles olhava para mim; os dois tinham os olhos fixos no carro.
Pessoalmente, eu não entendia. Já me orgulhava de poder distinguir entre os logos da Toyota, da Ford e da Chevrolet. Aquele carro era preto, reluzente e lindo, mas para mim ainda era só um carro.
_Desculpe incomodá-la, mas poderia me dizer que modelo é esse que está dirigindo? __perguntou o alto.
_Hã, é um Mercedes, não é?
_Sim -- disse o homem com educação, enquanto o amigo mais baixo revirava os olhos diante da minha resposta. -- Eu sei. Mas eu estava  me perguntando se você ... está dirigindo um Mercedes Guardian? -- O homem disse o nome com reverência. Tive a sensação de que aquele sujeito iria se dar bem com Damon Salvatore, meu... meu noivo (ultimamente não havia como fugir da realidade do casamento dali a alguns dias). -- Eles ainda não devem estar disponíveis nem na Europa -- continuo o homem --, que dirá aqui.
Enquando meus olhos acompanhavam as linhas de meu carro -- não me parecia muito diferente de outros Mercedes sedãs, mas o que eu entendia do assunto? --, pensei em meus problemas com palavras como noivos, casamento, marido ect.
Eu não conseguia aceitar aquilo.
Por um lado, fui criada para me encolher só de pensar em vestidos brancos e buquês de noiva. Mais do que isso, pórem: eu não conseguia harmonizar um conceito tradicional, respeitável e tedioso como marido com meu conceito de Damon. Era como imaginar um arcanjo como um contador; eu não conseguia visualizá-lo em nenhum papel comu.
Como sempre, assim que comecei a pensar em Damon, fui apanhada numa vertigem de fantasias. O estranho teve que piarregar para chamar minha atenção; ainda esparava por uma reposta a fabricação e o moelo do carro.
_Não sei __eu respondi com sinceridade.
_Posso tirar uma foto dele?
Precisei de um segundo para processar o pedido.
_De verdade? Quer tirar uma foto do carro?
_Claro... Ninguém vai acreditar em mim se eu não tiver a prova.
_Hã. Tudo bem. Pode tirar.
Rapidamente tirei a mangueira de gasolina e e esgueirei para o banco da frente a fim de me esconder enquanto o carra fissurado pegava ana mochila uma câmera que parecia profissonal. Ele e o amigo se revezaram posando junto ao capô e depois tiraram fotos da traseira.
_Ai, que saudades da minha picape -- choraminguei comigo mesma.
Fora mesmo muito conveniente -- conveniente demais -- que minha picape desse seu último suspiro semanas depois de Damon e eu fecharmos nosso acordo desigual, e um detalhe do acordo era que Damon poderia substituir minha picape quando ela morresse. Ele jurou que era apenas o esperado; que a picape tinha tido uma vida plena e longa e depois falecera, de causas naturais.
Isso é que o que ele diz. E, é claro, eu não tinha como verificar sua história ou tentar, sozinha, erguer a picape de entre os mortos. Meu mecânico preferido...
Eliminei esse pensando, recusando-me a levá-lo a uma conclusão. Em vez disso, voltei a atenção par as vozes dos homens do lado de fora, abafadas pela lataria do carro.
_ ... atacado com um lança-chamas num vídeo on-line. Nem enrugou a pintura.
_É claro  que não. Até dá para passar com um tanque por cima desse bebê. Mas não tem muito mercado por aqui. Foi projetado basicamente para diplomatas do Oriente Médio, traficantes de armas e chefôes das drogas.
_Acha que ela é alguma coisa? __perguntou o mais baixo, reduzindo o volume da voz.
Baixei a cabeça com o rosto em brasa.
_Hmmm -- mumurou o alto. __Talvez. Nem imagino para que alguém precisa de vidro á prova de mísseis e duzentos quilos de blindagem por aqui. Deve estar indo a um lugar mais perigoso.
Blindagem. Duzentos quilos de blindagem. E vidro á prova de míssies? Que ótimo. O que aconteceu com o bom e velho vidro á prova de balas?
Bom, pelo menos isso fazia algum sentindo -- para que tem um senso de humor meio distorcido.
Não é que eu não esperasse que Damon tirasse proveito de nosso acordo, fazendo a balança pender para o lado dele, dando-me muito mais do que receberia. Eu concordei que ele substituiria minha picape quando fosse necessário, sem esperar que esse momento chegasse tão cedo, é claro. Quando fui obrigada a admitir que a picape não passava de um tributo em natureza-morta aos Chevys clássicos no meu meio-fio, sabia que a ideia que ele fazia de substituição ia acabar me deixando constrangida. Ia me tornar o foco de olhares e cochichos. Eu tinha razão quanto a essa parte. Mas mesmo em minhas mais sinistras concepções não previ que ele me daria dois carros.
O carro de "antes" e o carro de "depois", explicou-me quando eu pirei.
Aquele era só o carro de "antes". Ele me disse que era emprestado e prometeu que o devolveria depois do casamento. Tudo aquilo não fazia qualquer sentido para mim. Até então.
Rá-rá. Ao que parecia, porque eu era tão fragilmente humana, tendia tanto a me acidentar era tão vítima de minha própria e perigosa falta de sorte, precisava de um carro que resistisse a tanques para me manter segura. Hilário. Eu tinha certeza de que ele e os irmãos riram da piada pelas minhas costas.
Ou talvez, só talvez, susurou uma vozinha em minha cabeça, não seja uma piada, sua boba. Talvez ele realmente se preocupe com você. Não seria a primeira vez que ele teria exagerado um pouco, tentando protegê-la.
Eu suspire.
Ainda não vira o carro de "depois"

CONTINUO DEPOIS

Prólogo

LIVRO UM
–-
Elena
EU JÁ TIVERA MAIS DO QUE UMA QUOTA JUSTA DE EXPERIÊNCIAS DE quase morte ; isso não é algo com que você se acostume.
Mas parecia estranhamente inevitável enfrentar a morte outra vez.
Como se eu estivesse mesmo marcada para o desastre.
Eu havia escapado repetidas vezes, mas ela continuava me rondando.
Ainda assim, dessa vez foi diferente.
Pode-se correr de alguém de quem se tenha medo ; pode-se tentar lutar com alguém que se odeie.
Todas as minhas reações eram preparadas para aqueles tipos de assassinos -- os monstros, os inimigos.
Mas quando se ama aquele que vai matá-la, não restam alternativas.
Como se pode correr, como se pode lutar, quando essa atitude magoaria o amado? Se sua vida é tudo o que você tem para dar ao amado, como não dá-la?
Quando ele é alguém que você ama de verdade.

 
LiVRO DOIS
–-
Tyler
A VIDA É UMA DROGA, E DEPOIS VOCÊ MORRE.
É, tivesse eu essa sorte...

 
LIVRO TRÊS
–-
Elena
NÃO ERA MAIS APENAS UM PESADELO, E A FILA DE PRETO AVANÇAVA PARA nós em meio á névoa gelada que seus pés levantavam.
Vamos morrer, pensei, em pânico.
Eu estava desesperada por causa da preciosidade que protegia, mas pensar nisso já era um lapso de atenção a que eu não tinha direito.
Eles se aproximavam como fantasmas, os mantos escuros ondulados levemente com o movimento.
Vi suas mãos crisparem-se em garras cor de osso.
Eles se separaram, aproximando-se de nós por todos os lados.
Éramos em menor número.
Estava acabado.
E, então, como a explosão de luz de um flash, a cena toda ficou diferente.
Apesar de nada ter mudado -- os Volturi ainda nos encurralavam, prontos para matar.
Só o que realmente se modificou foi minha percepção do quadro.
De repente, eu ansiava por aquilo.
Eu queria que eles atacassem.
O pânico se transformou em desejo de sangue enquanto eu me agachava, com um sorriso no rosto, e um rosnado atravessava meus dentes expostos.

Amanhecer De Elena Gilbert

Nome: Amanhecer De Elena Gilbert

Sinopse:  Fic baseada no livro Amanhecer de Stephenie Meyer

Capitulo 1

Estava amanhecendo em Mystic Falls, caia uma chuva fina, mais nada que precisa-se se preocupar, Elena dormir solitaria na cama, Damon saira novamente bem cedo, para ver algumas mortes que aconteciam, e é claro dar sua familia passada no Mystic Grill, antes de voltar para a casa e matar a saudade de Elena ...
Elena levantara da cama, prequiçosa, sentia fome e como se Damon advinha-se, havia um copo de sangue ao em cima da comoda, sangue no qual Elena não demorou a tomar ...
O dia se passara bem rapido, principalmente para Elena que ja estava acostumada a ficar sozinha, Elena tentava não ficar preocupada, pois sabia que logo, logo, Damon iria ligar para ela ...
E não gostaria nada, de escutar que Elena estava preocupada, ou como ele falava, se matando de preocupação
Elena estava no sofa da sala, bebendo mais uma bolsa de sangue, sentia-se faminta, como sempre se sentia quando pensava no sabor do sangue humano, ou quando simplesmente tinha crise de sangue, ou melhor, crise por sangue ...
Tudo estava bem calmo ...
Calminho mesmo ...
Quando aconteceu ...
Quando um choro de bebe fora ouvido, Elena atenta, deixara sua bolsa de sangue para o lado, e começara a procurar o choro ..
Procurou pelos quartos
Cozinhas
Salas
Pela casa toda ...
Ate que se aproximava mais perto da porta, e o choro aumentou, ate que Elena resolvera abrir a porta, e encontrara o barulho ...
Havia um bebe enrolado em um pano na porta ...
Elena primeiramente esticou o pescoço procurando quem colocara a pequena bebe ali ...
Não entrou ninguém
E a atenção de Elena fora para o bebe, Elena agachou e pegou o bebe no colo, automaticamente o bebe parou de chorar ...
Elena reparou umas coisinhas no bebe ...
Parecia ter uns 8 meses, seus olhos eram castanhos assim como os de Elena, e o pouco cabelo era castanho
Parecia muito fragil, estava pelada somente com um pano em volta do seu corpo
Ficara tentando pegar os cabelos de Elena
Elena logo se encantou e tirara a bebe do frio, e fechara a porta, no mesmo instante que o celular de Elena tocou, e a mesma correu para pega-lo, e logo atendera, segurando a bebe com cuidado é claro:
_Oi meu amor, tudo bem? __disse Damon
_Meu amor !!! você ja esta voltando? aconteceu uma coisa estranha em casa __disse Elena
_Estou indo __disse Damon
Logo Damon chegara, e também se encantara com a bebe, e juntos, aceitaram aquela bebe como sua filha, Damon disse que iria arrumar tudo diretinho para ter os reais direitos sobre a filha ...
Sua filha ...
A futura Minnie Gilbert Salvatore

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